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DESENVOLVIMENTO XIDENIKUENDO

 

Acreditamos que a técnica pronta limita o Artista Marcial por que uma situação ela muda ela tem um “Time” diferente, ela tem distância diferente, pode ser minimizada ou maximizada e uma técnica pronta não funcionara de forma fluida nas mesclas infinitas de situações, ela tem uma série de fatores que devem ser levado em consideração. O treinamento sistêmico de uma técnica limita as ações e reações do Artista Marcial, pois no combate real tudo é reconfigurado na situação. Quando trabalhamos o desenvolvimento de ferramentas (essa é só a atribuição a um adjetivo infinito), por exemplo: eu tenho ferramentas de socos e de chutes onde eu coloco cada soco e cada chute individualmente, onde eu vou experimentar esses chutes e  esses socos dentro de varias possibilidades de ângulos vertical, horizontal, diagonal, e cobrindo todos esses vãos, em alturas alta, média, baixa em profundidade de alcance  e isso vai fazer com que minha ferramenta dentro de uma situação real de combate seja infinita e eu tenha uma infinidade de técnicas diante de uma situação de luta. Treinar técnicas torna o artista Marcial limitado. Por isso não treinamos técnicas e sim baseamos o treino das mais variadas ferramentas dentro de conceitos, princípios e teorias, que tem origem em uma realidade regular observada, experienciada e assim fomentado um conceito, uma teoria um principio, passível de investigação e mudança a qualquer momento. Então como muitos outros Já disseram a frase “não ter técnica/s” é justamente isso, a capacidade te ser fluido na forma de desenvolver o combate usando vários recursos sem depender de nenhum especifico. É a seta que aponta ou o “ENTE” que aponta para algum lugar, a forma de colocar uma ou mais ferramentas dentro de ângulos bidimensionais, tridimensionais, quadridimensionais etc. A verdade do desenvolvimento não é propriedade de um único sistema, aqui não quero parecer o dono da verdade porém através do entendimento e alcance da raiz primaria conceitual a partir de uma realidade regular observada, experienciada de um sistema particular a exemplo do sistema XIDENIKUENDO acredito estimular o praticante alcançar a plenitude e infinidade conceitual de forma que possa :aceitar o conceito, usar o conceito, desconstruir o conceito, construir conceitos e abandona-los de forma que o ciclo se repita mas de formas infinitas fazendo com que tenha capacidade de criar, minimizar, maximizar, mesclar, sendo por tanto o ser humano uno com o universo infinito, se integrando tanto física como mentalmente plenamente ao todo infinito.

Será por tanto o Artista Marcial um sistematizador que superou o mundo dos conceitos e dos sistemas, não por dominar mas por perceber, podendo agora criar, descontruir assim que julgar necessário porque “ele é em estado” manifesto, efetivo, real, sem imitação, de forma pura e natural.

É importante deixar bem claro que aqui não quero ofender qualquer método ou sistema de Arte Marcial em particular, aqui quero demonstrar que o método/sistema se baseia na analise pessoal de combate baseado em experiência e na analise do treino pessoal rotineiro e mergulhando fundo em fontes primarias conceituais, então o que aqui esta sendo apresentado não é de forma alguma um método fixo.

Minhas convicções atualmente se baseiam na minha pratica em combate real, claro combate desarmado ou no uso de armas brancas. Mas o estudo não é fundamentado somente na analise de situações, ou em ferramentas oferecidas por estilos sistematizados já estabelecidos. Pode ser interessante o estudo de outros métodos/sistemas(estilo somos nós mesmos)? Sim, é importante e basicamente partimos dai. Não saímos de um nada absoluto e chegamos ao nível que estamos, e é um tanto desnecessário traçar um caminho desbravando um exaustivo estudo baseado em um nada se já temos modelos e métodos disponíveis, aos quais podemos nos basear, remodelar, mas poderemos desconstruir e entender todo o processo de sistematização disso. Apartir disso poderemos  ajustar as nossas necessidades particulares reais e que tenha nexo com a realide que nos cerca.

 

Basicamente eu treino e estudo a Arte Marcial da seguinte forma:

É um resumo básico e não é uma verdade absoluta e nem fixa

 

Preparo físico:

 

Exercícios aeróbicos;

 

Exercícios de flexibilidade;

 

Exercícios de força;

 

Exercícios de velocidade.

 

Treino Marcial:

 

Exercícios de socos, chutes, esquivas, Trabalho de pés (footwork)

 

Series no pneus de pancadas ou no sacos de pancada.

 

Treino de ferramentas: ferramentas desarmadas (diversas), bastões curtos duplos, bastão longo, erjiegun, sanjiegun.(os dois últimos conhecidos popularmente como nunchaco e chatienquan que não são treinados com intuito de serem usados em ocasião de combate mas na performance do uso de qualquer objeto articulado similar.)

 

Combate: treino de combate com parceiro de treino dividido em series.

 

Aqui é onde a analise e estudo é feito depois observando onde estamos bem e podemos melhorar e onde esta a falha que podemos corrigir.

 

A partir dos pontos observados é que vamos trabalhar na didática do treinamento, se podemos ajustar uma ferramenta fazemos, se não possuímos essa ferramenta, estudamos a obtenção dela criando-a ou a importamos estudando outras Artes Marciais, ai onde entra o estudo.

Eu tenho meu ambiente de Arte Marcial moro em Araguaína no estado do Tocantins atualmente, você tem o seu tem sua realidade, eu tenho consciência situacional da violência que vivo aqui, você tem a sua.

Não adianta copiar ferramentas oferecidas por um sistema de Arte Marcial e se achar o “MESTRE” só porque dominou um conjunto de ferramentas de determinado sistema Marcial seja ele qual for, PESSOALMENTE não sou adepto dessa titulação de:”MESTRE” PESSOALMENTE sei que sou no MÁXIMO UM ESTIMULADOR, Um PROVOCADOR, levando em consideração que o mundo dos conceitos é infinito se não tenho domínio pleno disso sou Mestre de quê?  

O Momento onde uma técnica pode ser usada muda, a impermanência é a única certeza.

Sou sídney da Silva Sousa e desenvolvi um sistema próprio de Arte Marcial com (metodo/didática) para desenvolver meu Estilo próprio de luta, meu kung fu, que pode funcionar para mim, mas pode ou não funcionar para você, mas que você possa investiga-lo, desconstrui-lo e encontrar um lugar de observação da  raiz disso podendo depois construir o seu próprio sistema e configura-lo para sua realidade pessoal, então  se o modelo lhe ajuda de alguma forma já é um lado positivo, e não é questão de fazer marketing de um produto, pois quem pratica Arte Marcial com honestidade sabe que não é uma coisa a venda, ou um “produto”, mas sim uma ferrramenta de desenvolvimento “humano” e deveria ser levada a serio.  Eu não dependo do julgamento de ninguém para isso, só dependo das ferramentas as quais trabalhei para desenvolver funcionarem ou não, o julgamento externo não vai resolver o problema. Tenho uma filosofia baseada no cristianismo, sim, “minha realidade, minhas convicções”, “meu corpo minhas regras”, sou de origem humilde, ambiente humilde e precária segurança. Não tem como viver a “modinha” da pratica da Arte Marcial em ambiente onde pago caro a um instrutor e na hora de salvar minha vida ou a de alguém todo esse dinheiro e lindos uniformes, faixas, certificações ou diplomas que adornam enfeitando a aparência de nada adianta em uma situação de risco.

É assim que desenvolvo minha Arte Marcial, é assim que eu converto para a vida.

 

Por Sídney da Silva Sousa

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